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Quarta-feira, Abril 28, 2004
FERNANDA, A TIA FÊ
Tentei escrever um post onde não precisasse acentuar nada.
Meu computador não estava acentuando e eu sempre me recusei a usar essa linguagem de internet.
Quem recebe os e-mails do Cemitério ou lê meu blog sabe que eu nunca uso coisas do tipo: tb, mt, kct, vc, q, bjs e outras merdas.
Abomino essa linguagem.
Mas aproveitei que meu computador bichou de vez de tanto "warming" e "something for you" que eu recebi e tentei escrever um post como se tivesse 15 anos :),
Não consegui como podem notar. Tah bem + ou -
Pra que tenham uma idéia do quanto sou tiazinha o que me irritou mesmo foi a transformação do acento agudo em h.
Eu sei que a rede é um troço mundial e a gente tem que se livrar dessas amarras as quais nossa língua pátria nos condena, mas eu gosto de ler e de escrever em português.
E não agora é naum.
Como diziam os pais nos anos 70, no tempo em que filhos obedeciam pais e não os matavam com barras de ferro: não é não.
Nas escolas os alunos não sabem mais escrever. E os professores não sabem o que fazer para evitar que a moçada use essas merdas em suas redações.
Fazer o que? Eles passam horas em chats escrevendo: Vc tb eh d+.
Eu sinto mt.
Naum queria me incomodar com isso, mas acho chato que as pessoas naum escrevam mais as palavras.
Elas devem ter pouco tempo e muitos chats para conversar, muitos comentários pertinentes a fazer e muitos e-mails para responder.
Mas ninguém vai me convencer de que beijo e igual a bj.
Na minha adolescência as meninas assinavam os cadernos assim: "Fê, 1000 bjs pra você".
E hoje essa é a linguagem que domina a rede.
Não gosto dela desde aquela época.
Eu não sou nenhuma débil e sei que é normal escrever desse jeito na rede, mas não queria que virasse regra em todo lugar.
De qualquer forma não estarei aqui quando essa linguagem for adotada nas escolas de ensino fundamental.
Eu sou só uma chata inofensiva, cujo blog nem espaço para comentários tem.
Uma tia, sem comentários :(
Aqui posando de Tia Fê. Literalmente.
6:48 PM
Terça-feira, Abril 27, 2004
MEU COMPUTADOR NÃO COLA MAIS NADA
E O BLOGGER NÃO ME DÁ TEMPO SUFICIENTE PARA REDIGIR MEU ÚLTIMO POST.
TENTAREI NOVAMENTE MAIS TARDE.
3:17 PM
Domingo, Abril 18, 2004
DIGA 33
É engraçado.
Tive medo de morrer umas três vezes nesses 33 anos.
Estive mesmo perto de morrer umas duas.
Sou um pouco mais forte (fisicamente) do que a maioria das mulheres.
Agi como homem nas duas vezes em que estive perto de morrer e esse foi meu erro.
Não tenho jeito de homem, não transo mulheres, mas raciocinei como um e me ferrei.
As mulheres devem continuar resolvendo suas coisas com uma cruzada de pernas. Agora eu entendi.
Dói bem menos e é bem mais fácil. Pra todo mundo.
No dia 20 do 04 de 2004 farei 33 anos.
Darei uma festa muito bacana no Teatro Alfredo Mesquita.
Se quiser, apareça:
Av. Santos Dumont, 1770 - Santana - São Paulo - SP
A partir das 21 horas.
Vejam só: morei durante a infância e adolescência em uma rua que também se chamava Santos Dumont, no número 16.
Era em São José do Rio Preto.
Todo mundo daquela casa estará aqui.
Menos meu pai, que já morreu e me espera.
Espero que por uns 33 anos ainda.
Eu e minha irmã, Eliana. Sou a menor.
Minha pernas eram meio tortas. São bem melhores agora.
3:00 PM
Terça-feira, Abril 13, 2004
PÓ
Até o último fio de cabelo.
Botamos o escritório abaixo.
Não, não derrubamos nada.
Estamos tirando as coisas da estante com calma desta vez, mas eu tô passando muito mal com todo esse pó.
Acho que vou tomar um gole de tequila.
Sim. Vou lá.
Mas só um.
9:30 PM
Segunda-feira, Abril 12, 2004
FURIO, FURIO, FURIO
Eu adoraria indicar um dos textos do Furio, mas é impossível. Todos são imperdíveis.
Entre agora na Gonzo e descubra porque Furio Lonza não recebe muitos convites para festas de aniversário.
Para a minha ele será devidamente convidado, mas não virá porque segundo ele só vem a São Paulo quando perde aposta.
Roteiro básico para uma vida sem livros, é genial.
Vi no Rancho Carne do Galera.
É um puta texto sério em que eu quase morri de rir.
O Furio chuta forte.
Outro dia mandou um e-mail dizendo que quando escrever um novo livro vai me pedir pra fazer a orelha. Puta honra.
Mesmo que ele mude de idéia.
3:33 PM
NÃO FAÇAM ISSO COM ELE
O Mário é muito engraçado.
Perdeu o sono e fritava no sofá.
Estava tomado de uma revolta inconsolável.
Exibiram a refilmagem e não o original de Vanishing Point.
Ele tinha indicado o filme no blog, "o que vão pensar os caras que foram na indicação?".
Só eu vi a cara dele quando ligou a TV e encontrou Viggo.
Ele ficou muito chateado.
Muito chateado mesmo.
Isso é sério para ele.
Aliás é isso que é sério para ele.
Tanto que às 8h47 já havia se retratado no blog.
Vocês pensam que é fácil?
HOJE TEM LANÇAMENTO
Do livro OS CEM MENORES CONTOS BRASILEIROS DO SÉCULO.
E minhas duas mãos estão estendidas esperando a palmatória porque quando o Marcelino escreveu para o Mário pedindo a ele um mini conto eu disse: Ah, isso é fácil.
Pobre mulher ignorante.
Mas de burra eu não tenho muito e ignorância tem cura.
Bom remédio é o livro Crimes Exemplares do Max Aub, que saiu pela Amauta Editorial.
Saquem Mr. Aub:
"De mim ninguém mais ri. Esse, pelo menos, não."
Adorei esse negócio. Sou chegada mesmo em uma síntese.
Na Folha de São Paulo foram publicados alguns dos pequeninos contos que estão no CEM MENORES CONTOS (...).
A organização é do grande Marcelino Freire.
HOJE > a partir das 20h
Na Livraria do Espaço Unibanco de Cinema
Rua Augusta, 1.475
Tel.> 3141.2610
E quem vai estar lá certamente é o Ademir Assunção que comentou meus textos em seu blog. Porra, Pinduca, achei muito legal.
O Nilo Oliveira escreveu um conto lindo e podrão influenciado por meus últimos posts e o Ronaldo Ventura me perguntou o que a gente pode fazer?
Várias pessoas me escreveram depois que eu falei das meninas do Amparo Maternal e das mulheres na cadeia.
E eu não paro de pensar nisso.
3:01 PM
Sábado, Abril 10, 2004
MAIS DO MESMO
A Aline Abovsky é uma amiga com quem tive uma briga muito séria.
Que durou um ano e deve ter sido alimentada com muito Neston por algumas pessoas.
Eu e Aline somos amigas novamente.
Nós dançamos juntas na última terça feira.
Dançamos literalmente, em uma festa, com copos de uísque na mão.
E agora ela tá montando uma peça com a Esther Laccava, outra amiga, sobre duas minas que já dançaram.
Dançaram feio. Não como eu e a Aline na última terça feira.
A propósito, sobre o que falávamos?
O texto que segue abaixo é da Aline, que tem um blog chamado www.narobada.blogger.com.br
Sugestivo.
Vai, Aline:
"Elas são muitas e são de Franco da Rocha.
Elas não têm visita íntima e não são íntimas de ninguém.
Elas não podem usar nada que fuja do branco e bege.
Elas não falam palavrões entre elas lá dentro.
Elas se cominicam pelas mãos entre elas, mas isto ninguém sabe.
Elas te olham com um olhar desconfiado, mas logo passa.
Elas fazem o contorno das tatuagens lá dentro para poder colorí-las aqui fora.
Elas te chamam de Dona e Senhora, mesmo que você tenha menos idade que elas.
Elas são muitas e gritam quando a comida tá azeda e têm que esperar o jumbo seguinte.
Dentro das celas, na hora de comer, é proibido ir ao banhiro e tossir. E isto é muito sério.
Elas pegaram de 2 a muitos anos. Alguns 12s forjados, elas disseram.
121 é pouco, mas existe. 157, é pouco, mas existe. 171, é pouco, mas existe.
E o marido ou namorado que as deixaram sozinhas depois de terem caído é o que mais existe.
Fumei uns cigarros com elas no banheiro e me lembrei da época de escola quando eu fazia a mesma coisa. Fiquei olhando e ouvindo o que elas tinham a me dizer. E elas têm muito o que dizer. Elas me pegavam pelas mãos e não me deixavam ir embora. O que pretendem fazer quando sairem? Melhor perguntar a elas."
A Aline e a Esther estiveram algumas vezes lá em Franco da Rocha.
O Marião é quem tá dirigindo as duas. A peça estréia em maio.
As mulheres ainda estarão lá em Franco da Rocha quando as duas ficarem nervosas ao ouvir o barulho do público entrando.
Aline e André Ceccato (que dispensa comentários)
3:15 PM
Sexta-feira, Abril 09, 2004
AMIZADE
Marcelo Montenegro é um dos meus melhores amigos.
Amigo do Mário e do Cemitério de Automóveis inteiro.
Deleitem-se com seu texto:
"REFERÊNCIAS
A pior coisa que uma namorada pode fazer e sempre faz é quando a gente já chega atrasado e ela ainda inventa de querer mijar antes de entrar no cinema.
A melhor descrição sobre a cena do massacre no Carandiru do Hector Babenco infelizmente eu não lembro de quem é: parece o Thriller do Michael Jackson.
A melhor definição sobre ser artista é do Domingos de Oliveira, no Separações, respondendo à sua filha: esse papo de artista é um troço que a gente inventa pra poder acordar mais tarde no dia seguinte.
A definição mais engraçada de uma pessoa sobre o seu próprio estilo de jogo é do Edu Batistella: só bato forte; e colocado.
A definição mais precisa sobre malas é do Mário Bortolotto, falando sobre um deles: o cara é tão mala que vai aprender a tocar sax.
A melhor cena sobre confiança, obviamente, tá no Confiança, do Harl Hartley, quando a mulher tá em pé, em cima do muro, de braços abertos e se larga, de costas, só pra ver se o cara que tá na calçada a segura antes da queda.
A melhor metáfora sobre diferenças de temperamento entre dois irmãos aconteceu comigo e com meu irmão, o Alexandre, na primeira vez que minha mãe nos levou ao dentista. Entramos ao mesmo tempo e eu fui atendido primeiro. Depois fiquei esperando. A dentista fez pra ele a mesma pergunta que fez pra mim antes de furar o dente com aquele aparelhinho maldito: se doer você levanta a mão, tá bom? Eu segurei a dor e não falei nada. Já meu irmão levantou o braço prontamente mal ela encostou o negócio na sua boca.
A pessoinha que tá se formando na barriga da Kátia, minha mulher, é a coisa mais despudoradamente bonita e inexplicável que eu já senti até hoje na porra da minha vida. Claro, Só as Mães são Felizes. Mas a melhor canção sobre mãe vai pra Barriga de Fora, do Kleber Albuquerque. De pai é aquela do Sérgio Sampaio que agora me foge o nome, do disco Eu quero é botar meu bloco na rua, que o Fábio Henriques me emprestou há alguns anos me apresentando assim à obra do cara.
A cena que melhor sintetiza a parte boa de se morar com os pais é você chegar bêbado em casa de madrugada e encontrar uns dois três pedaços de pizza no fogão. O verso que melhor sintetiza a parte ruim de se morar com os pais é do Raul Seixas: tô trancado aqui no quarto de pijama porque tem visita estranha na sala.
A história de amor mais triste é a do King Kong, disparado. E o melhor texto sobre essa história se chama Um Grande Amor e é do Luís Fernando Veríssimo.
A definição mais arguta sobre relacionamento é da Fernanda D´umbra: uma pensão de quinta categoria onde o amor é obrigado a pernoitar.
A maior questão filosófica sem dúvida nenhuma é do Reinaldo Moraes no Tanto Faz: não sei se prolongo a tarde ou inauguro de vez a noite.
Uma das frases que melhor define meus amigos é do Kerouac: aqueles que querem tudo ao mesmo tempo e nunca bocejam.
A melhor sacada sobre o filme Estrada Perdida, do David Linch, é do Jairo Ferreira: um on the road metafísico. Se eu escrevesse o meu próprio On the Road o Negão seria o Dean Moriarty e Denver seria na divisa de Santo André com São Caetano, mais especificamente no bairro Santa Maria, perto de onde o Batata morava.
A música mais triste que já ouvi na vida é aquela que toca no fim do seriado do Incrível Hulk, quando o David Banner volta, pela estrada e sozinho, pra onde mesmo? É que depois de um tempo a gente irremediavelmente percebe que não dá mais pra voltar para casa."
12:17 PM
Quarta-feira, Abril 07, 2004
MULHERES DE NOVO
E o Kusum lá de Curitiba me mandou um e-mail sobre meu post sobre as mulheres encarceradas.
Disse que passou o texto para umas minas e uma delas veio com essa:
"Fiz um trabalho na colônia penal (tem este nome melhorzinho, mas é cadeia mesmo) daqui (Uberlândia) e as diferenças no tratamento são escandalosas: homens tomam banho de sol todos os dias, pela manhã inteira; as mulheres, só algumas vezes por semana, por poucas horas; os homens podem transar com suas visitas; as mulheres só podem transar com os guardas da cadeia... e ai vai."
Eu falei, o negócio é sério.
Essas minas de cadeia tão ferradas mesmo.
E o assunto não anda me perseguindo?
Ontem li uma entrevista com meninas saídas da Febem.
Uma delas aproveitou os nove meses de férias nos quintos dos infernos e largou o crack.
Assim que saiu seu irmão a levou pra boca. Super legal.
O crack é pra onde vão os caras que a escória não quer.
E na entrevista elas falavam como bandidos: saí da tranca, queimei minha L.A (liberdade assistida), meti uma quadrada na cintura...
E são bonitas. Novas. Fudidas.
Trabalhei um tempo no Amparo Maternal aqui em São Paulo.
As meninas vindas dos mais diversos lugares entram lá no sétimo mês de gravidez, não podem entrar antes. É um lugar bacana que as atende, faz o pré-natal final e o parto. Lugar legal mesmo, sem ironia.
Muitas das meninas são moleques grávidos.
Eu participava da missa com elas às sextas feiras quando fazíamos a novena do Sagrado Coração de Jesus (sim, sou católica e fui praticante durante um bom tempo).
Mas para você cumprir a novena são necessários nove meses e elas tinham que sair de lá três meses depois de dar à luz seus bebês. Portanto ficavam no Amparo Maternal por cinco meses em média.
Uma delas com uma coisinha minúscula no colo se despediu de mim uma vez pedindo pra que se eu fosse até o final da novena pedisse por seu bebê que tinha nascido com problemas. Eu pedi. Eu pedi de joelhos. Eu não fiz nada na verdade, porque essas coisas de justiça e igualdade são assuntos nossos. Eu rezei e isso não é de muita valia em casos como o dela.
O que eu fazia lá? Vocês não vão acreditar: eu ensinava boas maneiras para elas.
Um trabalho insano pra se fazer com aquelas garotas em três meses. Elas faziam curso de manicure, mas não sabiam pedir emprego porque não sabiam se apresentar nos salões de beleza . Eu as ensinava a dizer "boa tarde", "meu nome é Lucila", essas coisas.
Mas uma coisa me chamou muita atenção quando comecei: todas, sem exceção sabiam dizer "obrigada".
No caso delas, agradecer seja lá a quem ou o que for pode ser garantia de sobrevivência.
O resto é etiqueta. O resto é dignidade.
10:27 PM
Segunda-feira, Abril 05, 2004
FIQUE À VONTADE SE FOR CAPAZ
Evito falar sobre isso, até pra não dar pelota pra esses casos, mas vamos lá.
Eu li, Marião seu post de hoje sobre o Mário Gomes e seu retorno ao Teatro.
Que ele considera sua casa. Que ele considera sua casa?
Eu e me lembrei da nossa temporada de trabalho insano no Rio de Janeiro, daqueles olhos arregalados tentando entender como é que a gente gastava tanto tempo e tanta energia nesse negócio de teatro.
Eles nos olhavam como se a Monga estivesse ali segurando o copo de chopp.
Éramos aberrações e eles então começaram a fazer patéticos planos de montar peças como o Cemitério de Automóveis.
Eles nos propuseram abrir filiais do Cemitério no Rio. Eles queriam fazer teatro.
Tudo parecia fácil e barato. Quando eles gostavam demais chegavam pra mim e diziam "você é muito boa para nunca ter feito TV".
É como você disse eu também não tenho nada contra o Mário Gomes. Eu gostava dele em Vereda Tropical. Acho até uma grande cagada dos diretores não escalarem mais o cara. Mas ele é um bom exemplo de como pensam os caras que correm pro teatro quando estão com problemas de falta de exposição.
Enquanto isso na Sala de Justiça: quantos marmitex (isso tem plural?) a gente comeu na mesa de luz? Ensaiando e ficando verde no porão com a falta de sol, 26 peças em 3 meses, conversando com todo mundo: público, atores, técnicos.
A gente não saia dali enquanto não acabasse. E nunca acabava.
A gente não reclamava, a gente se divertia, uns loucos insones.
A gente tá fazendo isso no Teatro Alfredo Mesquita e vai viajar e se divertir de novo e de novo e de novo. E é tudo sério ao mesmo tempo. É o que há de mais sério.
E aí o cara chega do nada e diz que tá em casa?
Ele é no máximo uma visita.
E se tiver o mínimo de educação saberá a hora certa de ir embora.
6:27 PM
Sexta-feira, Abril 02, 2004
PERFEITO
Perfeito. Getsêmani é um texto perfeito.
O argumento é invejável e o desenvolvimento não vacila.
Nenhuma palavra sobra ali. Fico triste se os caras vez ou outra excedem nos cacos.
Os personagens são fudidos: extremistas culturais que vão buscar boa literatura à força.
Extremistas dispostos a matar por uma causa, essa sim, nobre.
Do outro lado um editor, cuzão fenomenal, que não vai arredar o pé.
Nem fudendo. E viverá os piores cinqüenta minutos de sua vida.
E então temos o melhor espetáculo em cartaz na cidade.
Alguns manés pensam que eu elogio porque é do Cemitério, porque os caras são meus amigos e o autor é meu marido.
Fazer o que? Ando sem tempo de me preocupar com essas coisas tão importantes.
Já cansei de escrever o serviço dessa peça.
Mais em: www.cemiteriodeautomoveis.zip.net
Logo irei embora daqui.
Aviso.
12:17 PM
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